O MEDO VIRA UMA RESENHA

por Miguel de Castro Anders
6C

Título do livro: O medo e o mar
Autor: Maria Camargo
Ilustrador: Rogério Melo
Editora:  Cia. das letras
144 p.

O livro “Medo e o Mar” apresenta de forma inovadora a relação de uma família. O jeito que o autor faz isso e colocando as crianças da família para tratar de assuntos sérios como a morte da mãe deles, e a outra maneira e fazer o pai agir com normalidade a esse acontecimento.

A filha mais velha Stela age de forma depressiva o que não e comum em crianças, como mostra o trecho: “Só que Stela não esta disposta a entender mais racionalidades: todos os dias, quando acorda e lembra que já não tem mãe, percebe que a vida não ha justiça nem logica. O discurso do pai só faz sentir-se mais sozinha.” Esse trecho mostra um pouco da depressão de Stela e como ela se sente abatida com a morte da mãe.

“““ “““ O pai Rodrigo age normalmente voltando para onde a tragédia aconteceu (a mãe, sua ex-esposa ter morrido) ”“ Paraty a vista” anuncia o pai” Paraty e a cidade onde sua esposa, mãe de Stela e Miguel, morreu, ou seja, um ato de extrema normalidade.

Eu posso concluir que o livro é inovador, pois além desses fatos citados acima, nós não vimos esse tipo de livro hoje em dia, podemos dizer que ele não é clichê, tem um final inesperado e nem todos os personagens bons se dão bem.

A inovação mais significante do livro é como a filha Stela age de uma forma aflita não querendo nem entrar no mar, pois é aflita, aflita com a vida aflita com a morte da mãe aflita com o mar aflita com tudo.

Uma pré-adolescente agindo dessa forma é inesperada, uma pré-adolescente normalmente se diverte, brinca, mas essa pré-adolescente que não ouve nem, mas o pai. “No domingo em que a mãe, a baía de Paraty se parecia nada com o mar revolto dos pesadelos. Não havia uma onda sequer, nem motivo algum para preocupação, porém foi justamente ali, naquele dia, que sua família acabou. Restaram apenas destroços do naufrágio. Mas diferente da mãe, que adorava explorar velhos navios submersos, Stela não tem vontade nenhuma e revirar esses despojos. Por isso cumpre a promessa de não mergulhar em água salgada. E não pretende voltar atrás, apesar dos protestos intermináveis do pai” Esse trecho mostra um pouco da aflição de Stela em relação ao mar, por causa da morte da mãe. E também fala que Stela não liga para os protestos d pai, ou seja, Stela já não se importa tanto com o pai.

 

 

 

 

VIAGEM AO CENTO DA TERRA

Título: Viagem ao centro da Terra
Autor:Julio Verne
Editora: Ática
230 p.

O livro “Viagem ao centro da Terra”  de Julio Verne se trata da paixão do homem ao seu ofício de um modo muito engraçado e divertido.

Nesta obra o tio do narrador é um professor e recebe uma carta misteriosa e muito difícil de decifrar, mas, apesar disso, tem certeza de que se trata de seu ofício. Assim para a  comida em sua em sua residência até decifrar a carta que é uma mensagem insanamente louca. Fazer uma viagem ao interior de nosso planeta.

Neste livro o leitor vê uma mistura de realidade e coisas impossíveis como os dinossauros no núcleo de nosso planeta. Não podemos saber se é a verdade, pois achamos que eles estão extintos, porém não poderíamos falar que estão extintos e não estejam lá, já que nunca fomos ao interior do nosso planeta.

Já que não podemos ir ao interior da Terra fica apenas a suposição, mas achamos que será algo realmente suicida ir ao centro de nosso pequeno planetinha, já que há várias coisas como a forte pressão que nos impede de ir lá.

MUITO BARULHO POR NADA

por Manoela Neves Nannini
6ºC

   
Título: Muito Barulho Por Nada
Autor: Willian Shakespeare
Ilustrador: Tony Ross
Editora: Companhia das Letrinhas
274 p.

O Livro “Muito Barulho por Nada” é um tipo de comédia meio chata , esse livro foi escrito por William sheakespeare, essa obra apresenta um rei chamado Leonato e sua sobrinha Beatriz, que moram em uma aldeia distante, que recebe uma visita de seu Primo Dom Pedro.

Esse Livro me suprendeeu bastante, por que o William Sheakesper tenta deixar uma comédia, so que ela acabou ficando chata, porque ele coloca um monte de palavra chatas e inadequadas.

” Leonato : Mas o que será que o meu primo quer ?

beatriz : Coisa boa que não é, abra a carta,

leonato : mas o que será que ele esta pedindo  ?

beatriz :  Só iremos saber se você abrir a carta ”

Neste pequeno trecho, apresenta que o Rei Leonato está com um pouquinho em duvida do que será que seu primo de terras longes, mas com sua sobrinha meio curiosa quer logo que seu tio abre a carta.

Dom pedro : OLÁ QUERIDO PRIMO !!!

Leonato : Pelo visto voce ainda continua surdo ”

Dom Pedro : QUE ? FALE MAIS AUTO

Leonato: OLÁ PRIMO!

Dom Pedro : PELO VISTO VOCÊ ANDA CUIDANDO MUITO DE SUAS TERRAS”

Este trecho, mostra que Leonato encontra seu primo, e vê que ele anda continua sendo o mesmo de sempre, e leonato esquecido nãolembrou que seu primo ainda estava surdo, e fez uma fala inadequada, mas  come seu primo é surdo ele não escutou o que Leonato disse.

o livro ” muito barulho por nada” apresenta um tio é uma sobrinha que recebem uma grande visita de seu primo, neste livro há 2 histórias, mas só a primeira, tem um pouquinho mais de detalhes do que a outra.

 

UM SUSPENSE MUITO TENSO

por Inácio Candiotto
6ºC

Título: O sorteio da morte
Autor: Hubert Ben Kemoun
Editora: Companhia das Letras
144 p.

O livro “O sorteio da morte” relata uma história que apresenta um suspense muito tenso e envolvente, que deixa dúvidas pela história.

O grande momento de suspense da história acontece no início, quando é produzido um sorteio de morte, na qual, muitos diabos decidem o escolhido para morrer em três dias. A história apresenta um homem chamado Jean Trumel, que é o ganhador desse sorteio. No início, Jean não sabe se era somente parte de um programa de TV ou se era pura verdade; enfim, nesta obra uma das possíveis dúvidas do leitor sobre este livro, é esta. Quando Trumel percebe que vai mesmo morrer, imediatamente vai ver seu filho que não vê faz um tempo, fica com ele o dia inteiro e volta para sua cidade, porém não conta que vai morrer e nem sobre o sorteio.

O momento de suspense acontece quando um dos diabos dá o recado para Jean: “Vim vistá-lo a propósito de sua morte, senhor Trumel, de seu passamento! Ele está previsto para daqui exatamente três dias!” Esse trecho do livro citado é uma das causas para esse suspense muito tenso e envolvente, pois uma dúvida permanece após esse recado: Porque os diabos escolhem pessoas aleatórias para o sorteio?Essa dúvida predomina até o final da obra.

Outro motivo para esse suspense incrível é que, Hubert Ben Kemoun (autor da obra) utiliza uma linguagem muito aberta, ou seja, não dá muitos detalhes sobre os acontecimentos desta história, e isso deixa o leitor com dúvidas pela história, tais como, Porque? Como? E quando? Isso acontece por toda a leitura.

Então, o que traz esse suspense e envolvência com a leitura, são essas dúvidas, na qual, a linguagem e os acontecimentos trazem para o leitor.

LIVRO CONTRA O PRECONCEITO E CRIANÇAS CONTRA O CRIME…

por Thiago Rosa Carvalho
6ºC

Título: O gênio do crime
Autor: João Carlos Marinho
Editora: Global Editora
142 P.

Na obra “O Gênio do crime”, João Carlos Marinho nos apresenta um livro ilustrado que nos proporciona uma lição sobre preconceito e sobre persistência de um grupo de meninos ousados numa narrativa compatível ao público infantil.

Ao longo da leitura, o autor nos mostra o preconceito que vive sobre as crianças de hoje em dia, que é de que pequenas crianças, porém astutas, não podem ajudar os outros do mesmo jeito que um adulto formado poderia. Porém o livro nos mostra o contrario. Esse preconceito é muito representado no trecho a seguir: “- Tenho pena do senhor Seu Tomé. Esta se vendo que é um homem honesto e que merece ajuda. Mas não posso deixar meu filho se meter numa aventura perigosa.-  Dona Elvira se aborreceu e falou áspera: “ O senhor endoideceu? Pôr Edmundo no meio de larápios! Matam meu filho, matam meu filho! Não repita uma coisa dessas!” Seu Tomé olhou no chão, catou o chapéu e saiu: “ Os senhores me desculpem.” Através desse trecho fica claro que Seu Tomé pede ajuda para os pais de Edmundo que por sua vez se sentem ofendidos com o pedido, justificando a lição sobre o preconceito do livro.

O livro nos apresenta a persistência nas ações onde Bolachão, Pituca e Edmundo, a turma, passam por uma situação onde o caso pode dar errado. Isso é ilustrado no trecho a seguir: “- O sistema do cambista é perfeito- disse Edmundo – Não há uma maneira de seguir um fulano prevenido assim. A policia fracassou {…} – Seu tomé tem razão, esbarramos num osso duro. O chefe dessa quadrilha aí é danado de tigre!.” Como podemos observar, por mais que a mulecada tenha “esbarrado num osso duro” eles continuam tentando e tentando. Além do mais frases como: “ danado de tigre” e sentenças não tão formais, e um tanto quanto não literais como “esbarramos num osso duro”  aparecem durante o percorrer da leitura, justificando a narrativa infantil.

Para concluir, João Carlos Marinho nos faz refletir sobre os nossos atos em seu livro, sejam eles maldosos, como o preconceito, ou aqueles que nos ajudam a crescer na vida, como a persistência. Isso nos leva a dizer que não se pode esquecer que a amizade no livro e na vida sempre esta acima de tudo, e o livro evidencia tudo isso.

O AMOR, O ÓDIO, A MORTE E A INTOLERÂNCIA

por Alice Vilas Boas Cardoso de Oliveira
6ºC

Título do livro: Romeu e Julieta
Autor: William Shakespeare
Tradutor: Ana Amélia de Queiroz C. de Mendonça
Editora: NOVA FRONTEIRA
208 p.

A obra “Romeu e Julieta” apresenta o tema morte, intolerância e amor de maneira desafiadora e triste. A história se passa em Verona, Itália e conta sobre duas famílias, Capuleto e Montecchio, que não suportavam uns aos outros. Acontece que seus filhos, Romeu e Julieta, se apaixonam sem saber e são casados secretamente por Frei Lourenço, franciscano, que acreditava que essa união aproximaria as duas famílias desavindas. Porém, Romeu acaba matando sem querer, Tebaldo, primo de Julieta. Por conta disso é exilado da cidade e Julieta é obrigada a casar-se com outro. Para não precisar, Julieta pede à Frei Lourenço um remédio para fingir estar morta e passar a hora do casamento. Mas, quando Romeu recebe a notícia de que Julieta estava “morta”, ele se suicida e Julieta, acordando logo depois e sendo informada da morte de seu amor, se mata, entendo que somente assim ficaria ao lado dele.

De uma forma triste é apresentada a intolerância entre duas famílias, que só conseguem se reconciliar após a morte de seus filhos. O ódio entre as famílias Capuleto e Montecchio era tão grande que eles odiavam os filhos dos outros pelo fato de simplesmente terem vindo de uma família, no qual os desagradava. Podemos verificar isso no trecho a seguir: “TEBALDO – Pela voz este aqui é algum Montecchio. Rapaz, vai buscar logo minha espada […] Tio, aquele é um Montecchio, nosso inimigo; um vilão que aqui entrou por zombaria, para nos estragar toda a alegria.” Até Tebaldo, sobrinho de Capuleto, sente tanta raiva pela família inimiga, que consegue reconhecer eles pela voz.

O livro é escrito por William Shakespeare entre 1591 e 1595, em forma teatral. Por conta disso, o texto apresenta uma linguagem que chama o leitor para uma leitura desafiadora, pois ele escrevia peças de teatro para ele mesmo dirigir então, não incluía muitos detalhes sobre a apresentação. Junto com esse aspecto, a leitura também é desafiadora por conta da linguagem utilizada, que é de uma época diferente da nossa. Podemos observar isso no trecho a seguir: “PRÍNCIPE – Esta manhã nos trouxe paz sombria: esconde o sol, de pesadume, o rosto. Ide; falai dos fatos desse dia; serei clemente, ou rijo, a contragosto, que há de viver de todos na memória de Romeu e Julieta a triste história (saem)”. A linguagem apresentada, sem muitos detalhes, encerra a peça de Shakespeare. Por conta desse aspecto, talvez o leitor retome a leitura mais de uma vez e demore um pouco mais para terminar o livro, mas mesmo assim, desde que comecei a ler achei uma obra maravilhosa.

Uma peça de teatro bela, clássica e antiga, ainda hoje em dia é encenada, reinterpretada, filmada e gera dúvidas em algumas pessoas que acreditam que a linda e trágica história de “Romeu e Julieta”, não é uma ficção e realmente ocorreu de verdade.

AONDE IR?

por Pedro Afonso Pimentel
6ºC

Título: Nenhum peixe aonde ir
Autor: Hebert e Marie-Francine
Ilustrador: Janice Nadeau
Editora: SM
48 P.

A obra “Nenhum peixe aonde ir” descreve a guerra a partir de imagens comoventes, e uma linguagem lírica, capaz de causar uma reflexão no leitor(a) como, o que ele(a) faria em uma situação como essa dos personagens do livro.

A história conta da vida de Zolfe e sua família, cujo suas vidas são tomadas pelo medo e raiva da Guerra.

A menina é a personagem primária, que é forçada a abandonar sua casa e sua cidade por soldados armados com estranhas máscaras cobrindo seus rostos.

Antes disso Zolfe vivia lendo um livro chamado “Pote dos sonhos” com sua melhor amiga e não o largava nunca.

Ela tinha medo de sugerir para seus pais um lugar para sua família ir morar, com medo de que eles desconfiassem que a menina andava ouvindo rumores vindos de trás das portas, como:

  – Partir?

  – Ir embora?

  – Temos que tomar uma decisão…

  – Rapidamente…

  – Ir para onde…                                                                                                                                                                                                                                                             – Será preciso viajar discretamente…

 O livro da uma lição ao leitor, a de em uma situação dessas, o importante é dar sempre o primeiro passo.

  Tudo que Zolfe escuta sobre a Guerra, os pais negam para não a deixar amedrontada, como este trecho mostra:

 “De repente um estrondo atravessa os ouvidos, deixando um grande buraco de silêncio na cabeça. Tudo em volta para, se imobiliza: a rua o campo próximo, o céu, tudo. Até as folhas ficam imóveis nos galhos. Os pássaros prendem o fôlego na copa das árvores, as asas dobradas sobre o coração que bate muito forte. Não fosse o bamboleio do universo em que Émil está preso, alguém poderia dizer que o tempo tinha parado.

  – O que foi isso? – pergunta Zolfe.

 Lembrava tiros de fuzil. Como nos filmes de cinema. Um cheiro de fogos de artifício ou de bombas – como saber? – penetra nas suas narinas.

  – Não foi nada… – acaba dizendo mamãe”.

A menina, tem um coração frágil mas um cérebro sagaz.

E pra você?, Será preciso viajar discretamente?…

A obra “Nenhum peixe aonde ir” descreve a guerra a partir de imagens comoventes, e uma linguagem lírica, capaz de causar uma reflexão no leitor(a) como, o que ele(a) faria em uma situação como essa dos personagens do livro.                                                          A história conta da vida de Zolfe e sua família, cujo suas vidas são tomadas pelo medo e raiva da Guerra.                                                                                                                    A menina é a personagem primária, que é forçada a abandonar sua casa e sua cidade por soldados armados com estranhas máscaras cobrindo seus rostos.

  Antes disso Zolfe vivia lendo um livro chamado “Pote dos sonhos” com sua melhor amiga e não o largava nunca.

Ela tinha medo de sugerir para seus pais um lugar para sua família ir morar, com medo de que eles desconfiassem que a menina andava ouvindo rumores vindos de trás das portas, como:

  – Partir?

  – Ir embora?

  – Temos que tomar uma decisão…

  – Rapidamente…

  – Ir para onde…                                                                                                                                                                                                                                                             – Será preciso viajar discretamente…

 O livro da uma lição ao leitor, a de em uma situação dessas, o importante é dar sempre o primeiro passo.

  Tudo que Zolfe escuta sobre a Guerra, os pais negam para não a deixar amedrontada, como este trecho mostra:

 “De repente um estrondo atravessa os ouvidos, deixando um grande buraco de silêncio na cabeça. Tudo em volta para, se imobiliza: a rua o campo próximo, o céu, tudo. Até as folhas ficam imóveis nos galhos. Os pássaros prendem o fôlego na copa das árvores, as asas dobradas sobre o coração que bate muito forte. Não fosse o bamboleio do universo em que Émil está preso, alguém poderia dizer que o tempo tinha parado.

  – O que foi isso? – pergunta Zolfe.

 Lembrava tiros de fuzil. Como nos filmes de cinema. Um cheiro de fogos de artifício ou de bombas – como saber? – penetra nas suas narinas.

  – Não foi nada… – acaba dizendo mamãe”.

A menina, tem um coração frágil mas um cérebro sagaz.

E pra você?, Será preciso viajar discretamente?…

 

 

 

 

O JOGO DO EXTERMINADOR: ESCOLA DE COMBATE

por Roberto Bragaglia
6ºC

Título: O Jogo do Exterminador: Escola de Combate
Autor: Orson Scott Card
Editora: Pannini
128 p.

No livro, “O Jogo do Exterminador: Escola de Combate”, de Orson Scott Card o autor apresenta o tema de guerra com duas características que são: opressão e ficção científica.

A opressão aparece no livro, quando o Andrew Wiggin (Ender), que é o personagem principal, vai para uma nave de guerra e apanha, é excluido, e é banido de fazer o que gosta, que é se divertir na sala de jogos e treinar, só porque é um simples recruta.

  • “BONZO: Você vai fazer o que eu mandar babaca. Enquanto for salamandra vai ter que me obedecer.”

  • “ENDER: Com certeza vou seguir todas as ordens que o senhor ta auorizado a me dar, mas a hora de folga é livre e ninguém pode mandar em nada se tentar… eu conto pro comando.”

  • BONZO:  “Wiggin… um dia te arrebento.”

(Nesse trecho o Ender está falando com o Bonzo que é o comandante da tropa)

Essa imagem mostra que o Andrew não tem liberdade de fazer o que gosta ou o que tem direito se desobedecer acaba apanhando ou sendo excluído e isso pode ser chamado de opressão.

É apresentada a ficção científica nessa história, quando o Ender vai com outras crianças lutar contra FORMICS ATOMICS.

  • ENDER: “Como é na escola?
  • GRAFF: “É como brincar de Formics… mas o futuro da espécie humana depende da sua qualidade de aprendizagem… e do quanto você luta bem”

(Nesse trecho o Ender está sendo recrutado pelo coronel Graff, que é o general dos humanos, para ir aprender lutar em sua nave.)

Essa representação é fictícia, pois não existem formigas atômicas que querem destruir a Terra, muito menos crianças que lutam contra elas em naves espaciais, por isso que o livro pode ser uma ficção científica.

ANNE FRANK

por Alice Pinheiro Fernandes
6ºC
Título: Anne frank
Autor: Poole josephie
Ilustrador: Angela Barret
Editora: SM
40 p.

O livro “Anne Frank”, conta a história de uma pequena menina judia, chamada Anne, que é muito admirada e conhecida. Ela tinha uma família alegre e que convivia muito bem, até a segunda guerra mundial, que foi uma tragédia para todos. Quando sua família foi morta por esse acontecimento, apenas ela e seu pai sobreviveram,mas Anne foi levada. Ela se escondeu em um porão ate os guardas a acharem e mandarem – a para o campo de concentração, onde ela foi morta.

Cada página que lemos, mostra um sentimento, o nosso sentimento frente aquilo. Quando tudo está triste, as cores são escuras, mas quando algo cotidiano ou algo feliz acontece, as cores são mais vibrantes e fortes,e também são realçadas. Na cena da página. 7, três meninas judias estão paradas na calçada, e essa imagem demonstra uma interpretação de crianças que não podem passear nem sair de casa, que no caso, é triste para aquela época. Nessa cena, as cores são escura e sem graça; a imagem abaixo é a descrevia:

Uma cena em que tudo é alegre e as cores são mais fortes, é a parte em que as amigas de Anne está tomado chá da tarde:

 

No entanto, o livro é triste, mas comovente, e nos mostra sentimentos novos, sentimento só despertados por livros.

 

A GUERRA DOS MUNDOS

por Tomás Luchesi Machado
6ºc

Título: A Guerra dos mundos
Autor: H.G. Wells
Editora: Alfaguara Brasil
240 p.

Resenha sobre o livro “A Guerra Dos mundos”

O livro A guerra dos mundos, de H.G. Wells , apresenta uma história na qual os marcianos chegam a Terra e destroem tudo em seu caminho no lugar onde posam suas naves, que depois viram robôs causadores de destruição. Isso provoca sustos no leitor, por causa dos personagens que parecem que vão morrer em diversas partes da historia e também pelas coisas repentinas e assustadoras que parecem acontecer sozinhas.

Esse livro gera também ansiedade e dúvida ,além de terror , porque a cada pagina você fica querendo saber o que vai acontecer em seguida e se alguém vai morrer.

O livro causa medo porém continua sendo muito bom por vários motivos, como ser de terror e por ter uma ótima e clara descrição, então é como se você estivesse na cena.